quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Dia dos namorados (e não digam que vão daqui)


Toda a gente sabe, toda, que eu ligo tanto ao dia dos namorados como às segundas feiras, ou às terças, ou a outro dia qualquer. Embora a frase seja remelosa e batida, a verdade é que, felizmente, tenho imensos dias dos namorados ao longo do ano. Todo aquele dia em que posso estar com o B. em paz e sossego já é um lindo dia dos namorados. Apesar de tudo, este ano gostava de lhe dar um presente. Comecei o cachecol do homem em Dezembro e estou a ver que o acabo em Agosto. Tem sido tanto e tão pouco que só por amor pretendo pôr termo à empreitada. Por amor, e por orgulho, que eu cá não gosto de deixar nada a meio. A verdade é que aquilo não me rende e embora garantam que até lhe apanhei o jeito, não lhe apanhei o gosto. É pouco interactivo, não sei...  Além disso, o problema do "excesso" de tempo livre durou pouco. Com a procura intensiva de empregos, e porque quem procura, regra geral, acha, tenho novamente a agenda bem composta. Voltei ao Yoga e pronto, isso já fica de hobby. É o que repito a mim mesma, incessantemente. De qualquer maneira, não sei se acabo o cachecol do homem a tempo. Gostava, que gostava. Todos os dias lhe tenho acrescentado umas linhas de malha, mas a coisa não avança. Estou-me a ver, para acabar o dito a tempo, a tricotar nas orais da próxima semana. Haveria de ser uma coisa esperta e um excelente mote para me darem as alcunhas mais fofinhas... (not!).
Apesar de tudo, no entanto, e independentemente de eu dar o presente ao meu homem no dia dos namorados que toda a gente conhece ou num qualquer outro dia, nosso dia dos namorados só porque sim, a verdade é que eu não esqueço que desse lado anda frequentemente gente que liga a estas coisas. Por isso, e porque eu sou uma querida, deixo-vos uma sugestão tão bonita de presente. Tenho a certeza que as meninas adorariam... e acredito que os meninos também gostassem muito! É da colecção Life in a bag, que descobri na altura do Natal, com ervas aromáticas, mas agora com amores perfeitos. Está tão bonita, a ideia. Por oito euros, fazem a cara metade feliz. Um mimo.

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